
Marey Carey pode ser considerada uma das mais talentosas vocalistas norte-americanas. Alem disso, ela tem recordes de vendagem de Cds ao redor do mundo. Seu mais recente show resultou no DVD, "The Adventures of Mimi," o qual vale a pena ser assistido, tanto para quem é fã ou não da DIVA. A habilidade vocal Carey é louvável. As canções dela são agradáveis!, e por tal razão, sinto-me triste pela fala de respeito dos criticos da Carey como compositora (letrista), pois de todas as canções do DVD, só a enjoada "I’ll be there" não tem a assinatura dela!
Mas o que tem chamada mais a atenção dos críticos em relação ao DVD da Diva não é o seu talento vocal, mas o peso do seu corpo. O que eu quero dizer é o seguinte, ela realmente está acima do peso, e isso não deveria ser motivos de críticas, embora eu concorde no que diz respeito do péssimo gosto que a estrela tem em se vestir. O figurino escolhido para o show ficou ridículo-roupas curtas demais, e apertadas demais. Tudo bem, não vai faltar homens que fiquem babando pelo corpaço de Mariah, más acredito que ela não precisava ter permitido aqueles closes das partes do seu corpo. Seus excessos soaram artificiais, o que também não é novidades para a ela!.
A energia de suas interpretações mantém a mesma força e emoção das versões das canções em estúdio, por tal razão, às vezes fica a impressão que Carey fez uso de um playback básico. Também a Diva não faz muito uso de danças, apenas anda de um lado para outro, e dá umas reboladinhas—nada que impressione os fãs da Madonna e Béyonce!. De outro lado, a voz com os assovios em uma potência de cinco oitavas impressionam e fazem qualquer fã morrer de orgulho da Diva. Das suas baladas antigas, Vision of love tornou-se a mais agradável(principalmente em meu ponto de vista) pois não agüento mais Hero. E, dos novos sucessos vindo do seu aclamado álbum The Emancipation of Mimi: "Fly like a bird", "Shake it off", "We belong together" dão a impressão que Carey teve a ajuda poder de um playback, salvando "It’s like that", que ganha mais improvisação. Más se ela mesma fez uso de playback merece perdão, pois "We belong together" parecer ser uma canção difícil de ser cantada ao vivo.
Uma das coisas mais triste do DVD é que os RAPPERS que parecem nas versões de estúdio das canções como It's Like That, Heartbreaker, Dreamlover, Shake It Off and Honey só aparecem no telão, mostrando as imagens dos respectivos vídeo clips. Achei muito pobre. Até o grupo Boyz II Men, cantando "One Sweet Day", comparece apenas três membros do quarteto.
O show não tem a energia que Madonna traz para o palco, nem as extravagâncias de Cher, nem o drama sem fim de Barbra Streisand, e nem mesmo o exagero de Béyonce. Acredito que não seja defeito não saber dançar, por examplo: Whitey Houston é uma péssima dançarina. Uma coisa que chama atenção em Mariah é sua falta de personalidade. Pela voz que tem, ela não precisava provar mais nada, apenas cantar, em vez de querer aparecer o que não é. O brilho do corpo vai da cabeça aos dedos dos pés, com um olhar frágil, num incrível salto-alto, que não parece confortável, pois Carey nem mesmo consegue se locomover no palco direito!. Bem, o que deveria ser charmoso parece ser artificial, e forçado demais!
No DVD 2, Spike Lee dirige "Lovers And Haters," um pequeno filme (ficção), onde Mariah encontra um grupo de pessoas que odeiam o seu trabalha. Eles fazem graças ao destacar a artificialidade e a falta de identidade da estrela. Assim como também o exagerado uso de botox. É um filminho básico, e meio sem graça, e também clichê, pois parece que não tem nada de novo em Mariah para se falar!. Ela canta, mas também quer encantar. Para isso, a Diva terá que comer muito feijão com arroz. Oh, melhor, fechar a boca, e malhar muito!!!!
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