sábado, 29 de novembro de 2008

A aventura de Sasha Fierce



Quando eu estive nos Estados Unidos pela primeira vez, em 2003. Em todo lugar ou em qualquer lugar, eu me deparava com a cancao “Crazy in Love”, depois veio “Baby boy”, e para terminar “Naughty Girl.” Era Beyonce toda hora e todo o tempo. Depois, veio um filme, que ateh tornou sucesso por aqui, onde Beyonce cantava, e nao fazia nada como atriz. O filme ruim era “The Fighting Temptations-” nao sei como foi traduzido em Portugues. Em 2004, exatamente, em 9 de Abril, fui para um show dela, onde me encantei. Depois disso, retornei ao Brasil, e comprei o cd “Dangerously in Love”, onde praticamente gostei apenas das faixas que foram lancadas em single.


Em 2004, no Brasil, me deparei ouvindo Beyonce todo o tempo- em todo lugar. Um ano depois, ela lanca “B'day', onde praticamente soh tinha a faixa “irreplacable” digna de ser ouvida, mas o cd tambem foi sucesso. Alem disso, ela parmanecia em evidencia por causa do musical “Dreamgirls.” O filme em si nao lhe deu nenhum louvor: como atriz soh nao foi pior do que o seu colega de cena: Jamie Foxx, e como cantora foi praticamente ofuscada pela potencia vocal de Jennifer Hudson. Ao ser perguntada pelo sucesso de Hudson, a qual ganhou varias premios, alem do Oscar, Beyonce disse que Hudson estava comecando a carreira, e que ela era ja era um icone. Bem, no meu ponte de vista, Hudson nao merecia o Oscar, pois seu dotes cenicos apenas lhe garantia um Grammy, mas vah entender a academia. Contudo, ficou a impressao que a modestia ficou bem longe de Beyonce.


Retorno ao Estados Unidos, e agora, Beyonce lanca seu novo album: “I am...Sasha Fierce.” O cd eh mais agradavel do que a bomba “B'day', porem, a estrela nao tem algo de original para mostrar. Esta album apresenta o alto-ego de Beyonce: Sasha Fierce. Ela disse que Sasha “nasceu “ durante a producao do seu hit "Crazy in Love". Entretanto, ela numa estrevista para Entertainment Weekly afirmou que o seu alto-ego eh restrito ao palco, onde ela mesmo o descreve como uma cantora sensual e aggressiva. A intencao de mostrar esse dois lados foi tao grande que ela lancou o album em dois cds somando apenas 11 faixas.


A elipse do titulo do Cd serve um proposito: um clara distincao entre a sincera cantora que nos ouvimos no primeiro disco, e a mulher selvagem no segundo: a Sasha. " I am..." representa a Beyonce que nos achamos que conhecemos- mais intima( ela co-escreveu 5 das 6 cancoes). "Sasha Fierce" nos apresenta que a linda Beyonce nao tem coragem de dizer: " what yo name is? what? You want me naked? if you likin this position you can tape it on ya video phone..." A "Bitch" que canta eh Sasha. Ateh a Britney que eh ruim com forca, consegue ser mais original, sendo a propria Britney, quando variar suas varias identidades.

Ah, nao confunda: quem canta "RADIO" nao eh Rihanna, mas Sasha. A voz nesse electro pop eh perfeito para as noites nos clubes da vida. Tambem nao vai valtar quem nao goste de "Disappear."Eh uma das poucas cancoes que Beyonce voz controla a voz- eh a mais efeciente performance, no meu ponte de vista. Muito harmonica. Serah que quando ela cantar ao vivo, vamos ver essa versao com a Beyonce ou a louca da Sasha? Tambem, gosto muito da cancao "Broken-hearted girl". A faixa “Ave Maria”, ela canta: “ eu encontrei o ceu na terra. Voce era o meu inicio e meu fim. E entao, eu escuto esta voz inconsciente... Ave Maria.” Ela usa a intercessao da Virgem Maria, usando o refrao da classica cancao “Ave Maria” com uma pintada da cancao da Madonna “PROMISE TO TRY.” Beyonce eh co-autora da faixa, assim como da faixa “Halo” escrita por Ryan Tedder, autor de "Bleeding love." Dizem que essa cancao foi originalmente oferecida a Leona Lewis, mas a mesma nao teve tempo de grava-la. Beyonce incrivelmente tornou-se co-autora da faixa. Nessa posicao de ser sempre co- autora das cancoes ja lhe valeu processos. Ao regravar a faixa “I'm kissing you” da Des'ree para a edicao deluxe de B'Day. Beyonce rebatizou a cancao como: "Still in Love (Kissing You)." Des'ree a processou por ter mudando a sua cancao e ter modificado a letra, alem de ter o feito sem autorizacao. A versao de Beyonce foi retirada do Cd, e substituida por “if.”


Bem, acho que Beyonce sempre se mostra exagerada em todas os seus videos- ateh nas baladas como “irreplacable”, ela tem expressoes agressivas da "Sasha." Depois, no placo, ela aparece ter tantas outras identidades que lembram gentes como: Donna Summer, Tina Turner, Aretha Franklin, e Whitey Houston- isso soh para mencionar um pouco. Porem, nao consegue ir muito longe, pois ela eh sempre Sasha/ Beyonce. Nao posso negar, nao enjoei da Beyonce dancaria. Eh incrivel ve-la no palco- o ritmo, e o corpo apresentam uma plastica unica. Na faixa, "Single Ladies”, a coreografia do video clip eh contagiante. E, da vontade de dancar com ela. Mas calma, a coreografia eh baseada na coreagrafia de da lenda dos musicais da Broadway Bob Fosse. A cancao nao eh tudo isso, mas o video eh tudo de lindo.


Acredito que o mais recente trabalho de Beyonce vai “bombar,” eh mais agradavel do que os seus cds anteriores, porem a falta de modestia aumentou muito. Nao que ela se tornou melhor, pois ainda para mim continua a mesma, e com uma arrogancia incrivel. Tambem lhe falta um pouco de originalidade. Em 2005, Mariah Carey lancou o melhor album da carreira: “The Adventure of Mimi.” “Mimi” nao era a Mariah que todos eram acostumado a ver. Era uma nova Mariah, e por tal o album valeu a estrela 10 indicacoes ao Grammy. Agora a Beyonce vem com essa dupla identidade, ou problema de identidade no meu ponto de vista.

Esta semana teve a premiere do seu novo filme "Cadillac Records", onde representa a cantora Etta James. No filme, Beyonce fez o mesmo que Diana Ross fez ao viver Billie Holliday em "Lady Sings the Blues." Em vez de dublar classicos como "At Last" e "Trust In Me,"no filme se ouve apenas Beyonce, e nao Etta. Aparentimente, Etta concordou com opcao da producao. Ao ser preguntado como se sentia sobre a atuacao de Beyonce, Etta disse: “Ela fez do jeito dela. Ela canta bem, mas nao acho que ela canta melhor do que eu.” Eh verdade, Etta, Beyonce eh tanta coisa que eh dificil de ser Sasha.


Assisti Cadillac Records. Beyonce como Etta James: She demora um pouco para aparecer- algo em torno de uma hora. Ela mesma eh produtora executiva do filme, e faz a producao satisfazer o seu ego, em todo o momento que ela estah em cena- ja nao bastase “Dreamgirls.” Nao posso negar que ela faz uma decente impersonificacao da cancao “At Last”- immortalizada na voz de James. Na verdade, os personagens principais do filme sao relativamente mau desevolvidos, ai abre a porta para um senso individualista da estrela, que ateh comecou a fazer um campanha para consiguir uma indicacao ao Oscar como atriz coadjuvante. Beyonce essencialmente chora, e canta- ou faz a combinnacao de ambos. E se o egocentrismo nao eh suficiente e obvio, no final do filme, que apresenta um momento impar na musica Americana, com o talento de Muddy Waters, Chuck Berry, little Walter e ateh a James, temos uma cancao co-escrita e interpretada por Beyonce, que lhe valeu uma indicacao ao Globo de Ouro. Espero que o Oscar tem mais senso e esqueca esse vexame!

Zé também é POP!








Dotado de uma voz única, e de um sentido lírico IMPAR, o cantor, compositor e poeta PARAIBANO Zé Ramalho é um dos grandes artistas do mundo! Sempre falo que Zé e Elba Ramalho são os únicos artistas brasileiros que me fazem sair de casa, e passar um noite louca aos gritos de alegria (por vê-los, é claro!).Más, vou deixar o fã de lado, e REFLETIR no mais recente trabalho de Zé , "Parceria dos Viajantes." Bem diferente do que Elba fez no seu recente trabalho "Qual o assunto que mais lhe interessa?"— onde ela ousou ao apresentar um repertório desassociado aos sucessos que a lançou. Zé optou por algo BEM próximo do que ele já fizera. Não que isso seja um erro, até porque, ele pode se valer de fazer o que quiser, e mesmo assim é digno de ser ouvido!. Parece ironia, más "Parceria dos Viajantes" pode ser resumido uma de suas faixas: "As aparências Enganam." A melhor coisa do CD é Zé, e as relevantes interpretações de Daniela Mercury- sempre fui avesso-, e Zélia Duncan, que nunca dei a mínima ao trabalho dela, más que me surpreendeu!. A lista de artistas participantes é extensa, más eles não são o que parecem: Pitty, Cidade Negra, Calypso, e Sandra de Sá, são alguns exemplos do mundo POP apresentado por Zé. A primeira faixa do cd "O Rei do Rock" é bem interessante e biográfica "Eu nunca fui o rei do rock / Mas não vendi minha guitarra / Um cantor me deu um toque / Cante, não berre, agüente a barra". Zé faz o solo, e tem Paulo Ricardo no baixo e o João Baronea na bateria. Quando a "roqueira" Pitty surgiu no cenário da música brasileira, eu estava fora do país, e não acompanhei o trabalho dela. Porventura, tudo que sei sobre ela, foi de ouvir falar. Quando ouvi o cd "Parceria dos Viajantes," fiquei curioso para ver quem era a roqueira. Pareceu-me uma copia BEM RUIM da AMY LEE, a vocalista do Evanescence. A Pitty é um erro!. Tem todos os trejeitos de roqueira—tem atitudes que podem até assustar a minha vó!—, e uma voz que poderia fazer dupla com Carla Perez!. Pitty até que é bonitinha, e talvez encontre outro modo de fazer a vida, pois cantando, ela é um VEXAME!. No clipe da faixa que Zé divide com ela, se pode ver o Marcela Bonfá e o Paulo Ricardo. A letra é interessante, más a melodia soa brega- um SUBpop!.Outro vexame é "Pássaros Noturnos"- faixa gravada com a Banda Calypso. A cantora da banda dança, murmura, faz uns gemidos irritantes, e depois grita, más tudo sem emoção- parece ser atriz de filme pornô. Acho que Zé bebeu “muitas” para fazer esse dueto. Fiquei me perguntando o que é isso, meu Deus?! Na faixa "Chamando o Silêncio," Ze faz dueto com Toni Garrido. Nada contra o Garrido, pois ele é tão simpático, más sua limitação vocal eh óbvia. Ele possui ondulações vocais capengas-isto é, sussurros, que ficam nasais, e gemidos- é ruim com força. A faixa "O Norte do Norte" é uma das mais lindas do cd, más prejudicada por uma Sandra de Sá, sem alma. Espero que num futuro bem próximo, Zé regrave essa faixa, pois é lindíssima!!! A brilhante faixa 'Procurando a Estrela" ganha mais qualidade com luminosa interpretação de Daniela Mercury. Do mesmo modo, a belíssima faixa "Porta de Luz"-parceria de Zé com Dominguinhos-, é valorizada com a voz da Zélia Duncan. "Montarias Sensuais" é outra faixa interessante, de letra curiosa: "Monto na égua irmã do cavalo alado." Adoria encontrar essa égua:). Gostei dessa faixa- a interpretação de Zé é ótima!. A colaboração de Zé com Oswaldo Montenegro, "Do Muito e do Pouco" exibe um coral grandiloqüente, e um Zé, de voz gigante. Adorei essa faixa, embora o clipe seja muito ruim! Ah, Oswaldo Montenegro aparece no EXTRAS do DVD, cantando com Zé a faixa, "A Volta da Asa Branca-" de arrepiar a juncao da beleza da voz de Zé e a delicadeza de Montenegro. Pena que essa faixa não está no cd, assim como o dueto de Zé, com Chico César, cantando "Paraíba." Por sinal, "Parceria dos Viajantes" me fez fazer uma grande viagem, pois Zé Ramalho é mais do que um interprete, é mais do que uma voz, é poesia pura, e ainda é POP.

"Há cantores que cantam e cantores que encantam"





Marey Carey pode ser considerada uma das mais talentosas vocalistas norte-americanas. Alem disso, ela tem recordes de vendagem de Cds ao redor do mundo. Seu mais recente show resultou no DVD, "The Adventures of Mimi," o qual vale a pena ser assistido, tanto para quem é fã ou não da DIVA. A habilidade vocal Carey é louvável. As canções dela são agradáveis!, e por tal razão, sinto-me triste pela fala de respeito dos criticos da Carey como compositora (letrista), pois de todas as canções do DVD, só a enjoada "I’ll be there" não tem a assinatura dela!
Mas o que tem chamada mais a atenção dos críticos em relação ao DVD da Diva não é o seu talento vocal, mas o peso do seu corpo. O que eu quero dizer é o seguinte, ela realmente está acima do peso, e isso não deveria ser motivos de críticas, embora eu concorde no que diz respeito do péssimo gosto que a estrela tem em se vestir. O figurino escolhido para o show ficou ridículo-roupas curtas demais, e apertadas demais. Tudo bem, não vai faltar homens que fiquem babando pelo corpaço de Mariah, más acredito que ela não precisava ter permitido aqueles closes das partes do seu corpo. Seus excessos soaram artificiais, o que também não é novidades para a ela!.
A energia de suas interpretações mantém a mesma força e emoção das versões das canções em estúdio, por tal razão, às vezes fica a impressão que Carey fez uso de um playback básico. Também a Diva não faz muito uso de danças, apenas anda de um lado para outro, e dá umas reboladinhas—nada que impressione os fãs da Madonna e Béyonce!. De outro lado, a voz com os assovios em uma potência de cinco oitavas impressionam e fazem qualquer fã morrer de orgulho da Diva. Das suas baladas antigas, Vision of love tornou-se a mais agradável(principalmente em meu ponto de vista) pois não agüento mais Hero. E, dos novos sucessos vindo do seu aclamado álbum The Emancipation of Mimi: "Fly like a bird", "Shake it off", "We belong together" dão a impressão que Carey teve a ajuda poder de um playback, salvando "It’s like that", que ganha mais improvisação. Más se ela mesma fez uso de playback merece perdão, pois "We belong together" parecer ser uma canção difícil de ser cantada ao vivo.
Uma das coisas mais triste do DVD é que os RAPPERS que parecem nas versões de estúdio das canções como It's Like That, Heartbreaker, Dreamlover, Shake It Off and Honey só aparecem no telão, mostrando as imagens dos respectivos vídeo clips. Achei muito pobre. Até o grupo Boyz II Men, cantando "One Sweet Day", comparece apenas três membros do quarteto.
O show não tem a energia que Madonna traz para o palco, nem as extravagâncias de Cher, nem o drama sem fim de Barbra Streisand, e nem mesmo o exagero de Béyonce. Acredito que não seja defeito não saber dançar, por examplo: Whitey Houston é uma péssima dançarina. Uma coisa que chama atenção em Mariah é sua falta de personalidade. Pela voz que tem, ela não precisava provar mais nada, apenas cantar, em vez de querer aparecer o que não é. O brilho do corpo vai da cabeça aos dedos dos pés, com um olhar frágil, num incrível salto-alto, que não parece confortável, pois Carey nem mesmo consegue se locomover no palco direito!. Bem, o que deveria ser charmoso parece ser artificial, e forçado demais!
No DVD 2, Spike Lee dirige "Lovers And Haters," um pequeno filme (ficção), onde Mariah encontra um grupo de pessoas que odeiam o seu trabalha. Eles fazem graças ao destacar a artificialidade e a falta de identidade da estrela. Assim como também o exagerado uso de botox. É um filminho básico, e meio sem graça, e também clichê, pois parece que não tem nada de novo em Mariah para se falar!. Ela canta, mas também quer encantar. Para isso, a Diva terá que comer muito feijão com arroz. Oh, melhor, fechar a boca, e malhar muito!!!!

Voce nao eh o meu filho!


Directed by
Clint Eastwood
Produced by
Clint EastwoodBrian GrazerRon HowardRobert Lorenz
Written by
J. Michael Straczynski
Starring
Angelina Jolie, John Malkovich , Jeffrey DonovanGattlin GriffithJason Butler Harner, Amy Ryan, Michael Kelly, Geoff Pierson, Colm Feore
Music by
Clint Eastwood
Cinematography
Tom Stern
Editing by
Joel CoxGary D. Roach
Distributed by



O novo filme de Clint Eastwood nao tem nada de original, mas mesmo assim eh um grande filme. CHANGELING tem um pouco de FRANCES- que valeu a Jessica Lange uma indicacao ao Oscar de melhor atriz em 1982. E, tambem tem um pouco de L.A CONFIDENTIAL. Num clima noir- Eastwood adora a escuridao, e sempre trabalho com o mesmo fotografo Tom Stern, que para mim, nao fez um bom trabalho nos premiados "MILLION DOLLAR BABY" & "MISTIC RIVER-, mas que aqui, brilha!. Eastwood estah com 78 anos, e demostra que passa de um genero de filme a outro de forma brilhante, mas sempre retornando ao tema de justica, empatia, odio, e vinganca.


Pode ateh ter furos no roteiro, mas J. Michael Straczynski merece elogios pela forma como ele escreveu e fez dialogues fortes, que me fez refletir. Espero que ele receba uma indicacao ao Oscar. Quando Jolie grita: "you are not my son", eh tao forte e mesmo que vem ser repetitivo durante o filme...soa natural. Jolie estah maravilhosa no papel- muito mais solta, e forte do que aquele drama sem graca "A MIGHTY HEART." Ela provavelmente vai estar entre finalistas no Oscar do ano que vem. Porem, o elenco todo eh muito bom. Ate aqui, CHANGELING possue o elenco mais fantastico dos filmes que asssiti este ano: Jeffrey Donovan como o capitao corrupto, John Malkovich como o pastor que proteje Jolie, Jason Butler Harner, o grande vilao(espero que ele seja lembrado no Oscar como coadjuvante) estao perfeitos. Alem disso, CHANGELING deu a Eastwood a chance de compor a melhor trilha da carreira dele( nao que seja algo como somente o Ennio Morriconne eh capaz de fazer), mas mesmo assim eh uma trilha bela e bem apropriada ao conjunto do filme. Tambem tem os figurinos, edicao, e cenarios que sao interessantes e merecem serem lembrados. Nao sei se este filme vai estar entre os finalistas na categoria melhor filme e diretor. Eastwood vai envelhecendo, e melhorando a cada filme. Na minha concepcao, CHANGELING e o seu melhor filme, bem melhor do que o chato THE UNFORGIVEN, do emocionate(gosto muito!) MILLION DOLLAR BABY, do pesado MISTIC RIVER e do que as "bombas" de guerra que ele fez: FLAGS OF OUR FATHERS & LETTERS OF IWO JIMA. No mes que vem, Eastwood lancarah um novo filme, chamando GRAN TORINO, onde ele dirige e eh o ator principal. Nao sei como vai ser a recepcao, porem, ele vai sim ser indicado ao Oscar em 2009, mas nao sei se serah como ator (em GRAN TORINO) diretor, produtor, e trilha sonora, e por qual filme. Espero qeu seja por CHANGELING.


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De pouco interesse, mas interessante.




Directed by
Oliver Stone
Produced by
Moritz BormanJon KilikBill Block Oliver Stone
Written by
Stanley Weiser
Starring
Josh Brolin, Elizabeth Banks, James Cromwell, Ellen Burstyn ,Richard Dreyfuss ,Toby Jones, Thandie Newton, Jeffrey Wright.
Distributed by
Lions Gate








"W" dirigido por Oliver Stone narra a incrivel historia de George W. Bush (no filme, apenas "Junior”) para a presidencia dos Estados Unidos. Stone cobre muitos pontos, e eh ajudado pela fantastica atuacao de Josh Brolin. Embora soe um tanto esteotipada,
Thandie Newton como Condoleeza Rice faz caras e bocas e de certa forma nao compromete o filme. Brolin, entretando habita o corpo, a mente e o espirito no seu papel. Com excecao do James Cromwell que como o Bush, o pai, me parece deslocado. No geral, todos as outras atuacoes sao boas. Na verdade, esses atores nao interpretam personagens, pois essas pessoas que eles representam, nao sao apenas reais como tambem ainda estao nos olhos do publico. Stone mantem as figuras politicas apenas como pessoas. Um ponto forte do filme.

Bush, o jovem, vive na sombra do pai, que sempre demonstra decepcinado pelos seus atos. Ao mesmo tempo, ele projeta a sua ambicao de uma forma bem hollydiana. "Junior" eh o "underdog" que se tornou-se presidente, da "maior" e mais "importante" nacao do mundo. Quem diria alguem como ele poderia enganar a confianca de todo o seu povo?. Não que "W" seja um filme bom- longe disso-, mas mesmo assim eh interessante, principalmente pelo Brolin, Me parece que esse ano, teremos grandes atuacoes de atores, e provavelmente, Brolin acabarah sendo esquecido nas premiacoes- o qeu eh uma pena, pois ele eh digno de ser indicado ao oscar de melhor ator. Tambem gostei da participacão da Ellen Bursten, que eh sempre corretissima!
Sempre fui fã do Oliver Stone, mas o ultimo bom filme que fez foi " JFK" - pelos menos, o que eu assisti. Depois disse, ele perdeu a mão e a cabeca. Ao assistir o "W," tive a intuicão que o filme nao seria isso tudo. Ao mesmo tempo, tentei nao ler nada a respeito, pois apenas queria tirar a duvida sobre como ele iria conduzir uma biografia do Bush. O lado mais complicado de assistir uma cinebiografia assim e que o personagem principal, embora interessante nao cause tanto interesse. Eh realmente um filme interessante, digno de ser assistido, embora longo. Realmente fiquei encantado pela performance de Brolin.


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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A Genetic Epic





Producer
Baz Luhrmann, G. Mac Brown and Catherine Knapman
Director
Baz Luhrmann
Writer
Baz Luhrmann, Stuart Beattie, Ronald Harwood and Richard Flanagan
Starring
Nicole Kidman
Hugh Jackman
David Wenham
Bryan Brown
Jack Thompson



I always wanted to go to Australia, and after watching the movie Australia I had my wish changed. The film itself is quite beautiful, but it is quite genetic as a whole. Australia is not Moulin Rouge where Luhrmann’s extravaganza fitted quite well. In Australia, his way of making a movie sounded artistically beautiful but fake! Australia falls in a huge amount of chicles because Luhrmann, perhaps, does not make a mistake through his ideas but his creativity does not fill the gaps in his screenplay.

Australia is half a western, but it uses Gone With the Wind as a model to narrate its romantic story. I am a real Nicole Kidman’s admirer, but her Oscar for The Hours did not help her career at all. In this film, Kidman overacts in every single scene that she appears on screen. Also, Hugh Jackman, who is a very talented actor, does not succeed playing a genetic character- a mix of John Wayne with Clark Gable. At least, Jackman was awarded as the sexiest man alive, in 2008. However, both actors are also responsible for the boredom of the film!

"Australia" opens a socio/political discussion regarding the Aborigines’cause, but Luhrmann does not know how to explore it, letting everything vague. And if Kidman and Jackman did a terrible job in their respective performances, the rest of the cast is quite theatrical- an exhibitionist style which worked very well in Mouge Rouge, but here it sucks!

This film has an amazing cinematography, extraordinary mis-en- scene, but it is not a good movie. David Hirschfelder is a great composer, but his soundtrack does not match the context of the film, either.

I believe I will find people who are going to love this film. It’s sad that its beauty makes me sick. I believe I won't go to Australia anymore!


Score: 1/10

terça-feira, 25 de novembro de 2008

A vida

Hoje me deparei com uma frase, que realmente me tocou. Talvez por ter lido sem ter dado importancia: "Fazemos uma vida pelo o que conseguimos, mas fazemos uma vida pelo o que damos." Interessante para mim foi perceber que a vida nao estah ligada ao que conseguimos, mas naquilo que reflete no que temos dado- nao necessariamente a nos mesmo, mas ao outro. Provavelmente, tenho culpado o outro pelo o que nao consegui ou pelo o que nao tenho, mas nunca notei que o tenho dado, em termos de vida- falo de viver a vida. Nao quero ser orgulhoso sobre o que eu sou, e nem do meu carater, em relacao a quem me conhece, mas a vida. E a nocao que eles tem sobre a minha vida. Bem, nunca vivi loucamente, mas nunca deixe de viver a vida. Da maneira que trato a vida, eh a da forma que tenho tratado a mim mesmo. Nao parei diante dos meus sonhos. Deixe a vida, que dei ao outro e a me mesmo, levar- me para qualquer lugar que me fizesse mais feliz. Nao sou o ser humano mais feliz, mas aprendi como a vida que posso ser um ser humano menos cobrador, menos infeliz, e menos fechado, porque dei a vida ao que acredito que me darah felicidade: DEUS.